Vivendo e aprendendo; errando e se...
Sabe quando tudo é tão pesado que não há forças pra tirá-lo de você?! Quando a dor vem de dentro, ela é ainda pior; decepcionar-se com o mundo pode não ser fácil, mas você pode pelo menos olhar pra um outro canto e tentar acreditar que as coisas mudaram. Mas e quando o objeto da decepção é você mesmo? Não dá pra fugir, se transportar pra um outro corpo ou pra uma realidade paralela em que você não seja você. E a batalha se torna demorada e desgastante. Por mais que os outros digam que nada mudou, você sabe que passará a enxergar os fatos com outros olhos; por mais que os outros (sempre os outros) digam pra não se preocupar porque “é tudo coisa da sua cabeça”, a sua cabeça pesa mais de uma tonelada.Mas como nada na vida acontece por acaso, nesses momentos de self crisis você percebe que até aquelas pessoas que julgava “incapazes de agir por impulso e fortes emoções” o fazem; percebe que todos somos seres humanos, com sentimentos e fraquezas, medos e arrependimentos, mas, acima de tudo, experiências que acrescentam mais, principalmente porque machucaram muito quando aconteceram.
“Vivendo e aprendendo” – acredito que esse chavão não está tão correto assim, apesar de muito usado; mais correto seria “vivendo e errando, aprendendo com esses erros”. Afinal, as lições mais marcantes nem sempre são as mais agradáveis.

1 Comments:
seu livro tá sendo uma boa realidade alternativa!ehehe. logo voltarei.
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