Pode vir, que eu te seguro pela mão........

Momentos de reflexão sendo multiplicados a cada dia; a “filosofia de telefone” agora também está presente no ônibus, na academia e onde mais eu e minha amiga “poeta” estejamos. Segundo suas palavras, “eu vou escrever um livro de ‘auto-desajuda’(sic), enquanto você escreve um livro de auto-ajuda”; acredito que a idéia dela seja muito mais original que a minha. Em pensar que isso tudo começou devido a um comentário tosco – meu, obviamente – sobre construirmos a nossa casa, usando o cimento e os tijolos que a vida nos dá, antes que a chuva comece a cair. Analogias desse gênero não são lá muito boas, mas servem pra elucidar a realidade.
Chegamos à conclusão conjunta de que a expressão “carpe diem” pode ter diversas interpretações; a nossa se assemelha a propagandas de cerveja – logo após todo o falatório, vem o já conhecido “aprecie com moderação”. Ao longo do tempo descobrimos que tudo tem dois pesos e duas medidas, e se sairmos fazendo tudo o que vier na cabeça podemos nos arrepender depois. Claro que me considero a exceção da regra, já que o mundo prega a idéia de não deixarmos passar nenhuma oportunidade, de fazermos tudo aquilo que temos vontade. Eu não tenho vergonha de assumir que já deixei de fazer várias coisas que, naquele momento, eram o que eu mais queria. E não me arrependo. Depois de um tempo aprendemos que existem oportunidades e oportunidades; escolher a que melhor se encaixa na nossa vida é que é o grande barato.
Bom, mudando um pouco de assunto, mas ainda falando de pessoas... eu não tenho bola de cristal ou coisa do gênero pra adivinhar vidas e pensamentos, mas ultimamente me sinto como que impelida por um impulso interior a oferecer meus ombros e meus ouvidos àqueles que precisam. É uma boa maneira de sairmos um pouco do nosso mundinho particular e ver que todo mundo sofre, e até os que aparentam ter “uma fé inabalável como a rocha” também tem seus dias de reles mortais sofredores. A todos os que sofrem, tem dúvidas ou só frescura mesmo, aí vai uma frase de uma outra amiga, muito querida por sinal, que eu acho ser de extrema valia: “Abra os olhos, não só as pálpebras”. Apesar de a frase ser auto-explicativa, peço licença pra dar o meu pitaco; muitas vezes nos prendemos a coisas e pessoas sem ter coragem de olhar pra frente e encarar o destino, o desconhecido. Mas tudo é uma questão de disciplina e determinação, de vontade de mudar e coragem pra aceitar as surpresas que a vida propõe. Às vezes o que parece a beira de um abismo pode acabar se tornando a extremidade de um lindo vale.
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Bom, eu tento mudar a visão otimista-utopista-ajudista de meus textos, mas infelizmente não tenho talento suficiente e não consigo contrariar meus princípios. É assim que somos. Peças de um quebra-cabeças, diferentes, mas que se completam. E aí que está toda a graça.
Chegamos à conclusão conjunta de que a expressão “carpe diem” pode ter diversas interpretações; a nossa se assemelha a propagandas de cerveja – logo após todo o falatório, vem o já conhecido “aprecie com moderação”. Ao longo do tempo descobrimos que tudo tem dois pesos e duas medidas, e se sairmos fazendo tudo o que vier na cabeça podemos nos arrepender depois. Claro que me considero a exceção da regra, já que o mundo prega a idéia de não deixarmos passar nenhuma oportunidade, de fazermos tudo aquilo que temos vontade. Eu não tenho vergonha de assumir que já deixei de fazer várias coisas que, naquele momento, eram o que eu mais queria. E não me arrependo. Depois de um tempo aprendemos que existem oportunidades e oportunidades; escolher a que melhor se encaixa na nossa vida é que é o grande barato.
Bom, mudando um pouco de assunto, mas ainda falando de pessoas... eu não tenho bola de cristal ou coisa do gênero pra adivinhar vidas e pensamentos, mas ultimamente me sinto como que impelida por um impulso interior a oferecer meus ombros e meus ouvidos àqueles que precisam. É uma boa maneira de sairmos um pouco do nosso mundinho particular e ver que todo mundo sofre, e até os que aparentam ter “uma fé inabalável como a rocha” também tem seus dias de reles mortais sofredores. A todos os que sofrem, tem dúvidas ou só frescura mesmo, aí vai uma frase de uma outra amiga, muito querida por sinal, que eu acho ser de extrema valia: “Abra os olhos, não só as pálpebras”. Apesar de a frase ser auto-explicativa, peço licença pra dar o meu pitaco; muitas vezes nos prendemos a coisas e pessoas sem ter coragem de olhar pra frente e encarar o destino, o desconhecido. Mas tudo é uma questão de disciplina e determinação, de vontade de mudar e coragem pra aceitar as surpresas que a vida propõe. Às vezes o que parece a beira de um abismo pode acabar se tornando a extremidade de um lindo vale.
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Bom, eu tento mudar a visão otimista-utopista-ajudista de meus textos, mas infelizmente não tenho talento suficiente e não consigo contrariar meus princípios. É assim que somos. Peças de um quebra-cabeças, diferentes, mas que se completam. E aí que está toda a graça.

1 Comments:
MTOMTOMTOMTOMTO bOm! Ora ora, eu escrevereria about esse assunto tamem sabe. Gostei d tudo hj, cada frase. Bjos
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