Filosofia de Telefone

A linha que conecta pensamentos

segunda-feira, agosto 21, 2006

Me tira desse "não sei"

Não há com o que se importar, a não ser com... não sei. Estava frio como mármore hoje, e já é fato que a filosofia não é mais de telefone, é de banco de ônibus. Pena que a relação problema-solução não faz parte da rotina.
A sutileza e a impossibilidade às vezes andam de mãos dadas. Em alguns casos sempre foi assim e continua sendo. Há o risco de não mudar.
Desfaz-se um conjunto vazio e o elemento neutro vai vagando por aí, alado, comprimindo ao máximo as pessoas e situações, pra que um dia eu possa carregar tudo nos bolsos, pra desembrulhar, degustar e amargurar também, todos os possíveis destinos, possíveis abraços reconfortantes.
Enfim, é necessário resolver por si só. Deixar pra mais tarde.
Ruim agora, na hora de dormir... As letrinhas não param, malditos Pitágoras, Napoleão, Kepler, periquito venezuelano, Satã americano.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

éeeeeeeee, difícil resolver por si só... mas é o único caminho, não é msm?!

7:49 PM  

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