Filosofia de Telefone

A linha que conecta pensamentos

terça-feira, maio 02, 2006

O fenômeno magnético do Amor


Tá, tudo bem, eu sei que falar de amor pode ser muitas vezes uma patinação na mesmice, tipo disco de vinil que não sai da rotação (ou, para os mais moderninhos, CD riscado). Mas é incrível que eu ainda não tenha tocado nesse assunto, porque eu sou fã número um do amor: êta sentimento bonito esse viu!! Apesar de não ter vivido o amor homem/mulher até hoje (ainda, entendam bem), adoro falar sobre o amor em seus diversos aspectos: amor de mãe, de pai, de tio, de vó, de amigo, amor a ocasiões, a datas, a lugares, enfim, o amor no mais amplo significado que a palavra abrange.
"Eu amo..."; essas reticências tomam na minha vida acepções infinitas: amo acordar a cada novo dia e sentir o calor e o brilho do sol. Amo o cheiro da chuva, o barulho da chuva, amo tomar banho de chuva. Amo a comida da minha vó; aliás, amo tudo o que vem da minha avó. Amo feriados, Natal em família, ano novo com vestido branco. Amo dançar com o meu tio, ouvir meu irmãozinho me chamar de "aís". Amo meus amigos, ver filme de sábado à noite, amo rir das nossas bobagens. Amo músicas, livros, a praia, a montanha, a natureza. Amo a vida. Amo Deus. Me amo.
Não quero soar patética, um discurso politicamente correto, porque existem muitas coisas que eu não gosto. Mas aceito. E prefiro perder meu tempo a listar tudo aquilo que gosto, talvez porque ao lembrar delas, o amor dentro de mim aumente. Deve ser por isso que o amor é um fenômeno magnético; porque ele sempre atrai mais amor.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

eu tb amooo!!!

8:46 PM  

Postar um comentário

<< Home