Bleh! Eu não tive escolha!!! Mais vocês tem, me julgar ou não. Bom, pra mim, sabe o que há de comum entre você e uma ostra? Fácil: ambos têm o mesmo entendimento sobre o que eu sou. E não me forcem a explicar, por obséquio: eu também não sei. Às vezes o desnocionismo deve tomar conta, pura e simplesmente, não que este faça parte da minha personalidade, penso eu. Que seja, o valor de vocês que me julgam pra mim é nulo, até o dia em que você tiver a brilhante idéia de vir conversar comigo e perder essa mania que todos tem de conceituar, mais tanto faz, eu te dar algum valor ou não, acho que não fará tanta diferença assim na sua vida. Que tal vocês irem nadar naquela piscina de merda ali, pra ficarem igualzinhos à projeção mental que eu faço das suas pessoas? Não gostou? Haha. Com exceções, minha memória anda abstraindo tudo que ocorre no prazo de duas semanas, até menos, todas as frustrações e sentimentos de insegurança sempre ficam confusos e nebulosos, depois se repetem, e eu esqueço de novo, bom assim. Ótima essa época de uns 2 anos pra cá, que a franja vem me privando de boa parte da visão. Agora eu vou deixar vocês pra lá e conversar um pouquinho com o Senhor Destino, que perdeu umas certas chaves, falar com ele sobre política, música, cinema, et cetera. Hum, será que é esse o problema? Ele deve gostar da minha companhia. Eu também gosto da dele, porque ele sabe me iludir e porque ele sabe que eu sei que não é verdade o que dizem dele. Porque ele não traça nada pra ninguém, só acompanha o que acontece, e às vezes confunde as certezas dos incertos, e ele é negro como a solidão. Ele não é um velho carrancudo com a testa franzida, é um jovem não tão bonito porque pouco sorri e como ele sabe que eu não ligo pra isso, ele me leva pra passear nuns lugares bonitos, e parou de me desordenar os pensamentos, agora ele sorri e olha nos meus olhos. Ele tem olhos bonitos.Filosofia de Telefone
A linha que conecta pensamentos
sábado, maio 27, 2006
Bleh! Eu não tive escolha!!! Mais vocês tem, me julgar ou não. Bom, pra mim, sabe o que há de comum entre você e uma ostra? Fácil: ambos têm o mesmo entendimento sobre o que eu sou. E não me forcem a explicar, por obséquio: eu também não sei. Às vezes o desnocionismo deve tomar conta, pura e simplesmente, não que este faça parte da minha personalidade, penso eu. Que seja, o valor de vocês que me julgam pra mim é nulo, até o dia em que você tiver a brilhante idéia de vir conversar comigo e perder essa mania que todos tem de conceituar, mais tanto faz, eu te dar algum valor ou não, acho que não fará tanta diferença assim na sua vida. Que tal vocês irem nadar naquela piscina de merda ali, pra ficarem igualzinhos à projeção mental que eu faço das suas pessoas? Não gostou? Haha. Com exceções, minha memória anda abstraindo tudo que ocorre no prazo de duas semanas, até menos, todas as frustrações e sentimentos de insegurança sempre ficam confusos e nebulosos, depois se repetem, e eu esqueço de novo, bom assim. Ótima essa época de uns 2 anos pra cá, que a franja vem me privando de boa parte da visão. Agora eu vou deixar vocês pra lá e conversar um pouquinho com o Senhor Destino, que perdeu umas certas chaves, falar com ele sobre política, música, cinema, et cetera. Hum, será que é esse o problema? Ele deve gostar da minha companhia. Eu também gosto da dele, porque ele sabe me iludir e porque ele sabe que eu sei que não é verdade o que dizem dele. Porque ele não traça nada pra ninguém, só acompanha o que acontece, e às vezes confunde as certezas dos incertos, e ele é negro como a solidão. Ele não é um velho carrancudo com a testa franzida, é um jovem não tão bonito porque pouco sorri e como ele sabe que eu não ligo pra isso, ele me leva pra passear nuns lugares bonitos, e parou de me desordenar os pensamentos, agora ele sorri e olha nos meus olhos. Ele tem olhos bonitos.
2 Comments:
às vezes é bom materializar o abstrato, assim fica mais fácil lidar com os desafios q o desconhecido nos impõe
humm
o velho inimigo do quarteto
fantastico não?
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